sábado, 6 de fevereiro de 2010

Encarando um precipício.

Ali parada na beira do abismo toda a história a mim contada parecia estranhamente esclarecida, que eu nunca iria me libertar, nunca poderia ser como o vento que vai aonde quer, apenas seguindo o rumo da batida dos corações das ávores, livre tocando as pessoas, sendo sentido, levando emoções, canções, sensações. Nunca poderia ser como um pássaro para voar, bater minhas asas, ser apenas eu, saber de fato onde é meu luga.Pra você talvez, infelizmente, isso seja extremamante óbvio, mas de todas essas conclusões a unica coisa que ficou clara pra mim é que todas essa baboseiras são o que eles dizem, é só a teoria deles, são suas próprias limitações. O que eles não sabem é que eu, eu não sou feita de limitações, que a palavra impossível não existe no meu vocabulário e que vou lutar para que não apaguem o fogo na minha alma, a alegria que contagia, o sorriso que acalma, o olhar que aquece, e ainda sim que tirassem tudo isso de mim, o fogo , a felicidade, a fé, eu ainda seria grande , pois eu sou do tamanho dos meus sonhos, e esses são grandes, voam alto como os pássaros, rápidos como o vento e impossíveis de serem destruídos. Uma pessoa sem sonhos não é nada.

Um comentário:

  1. pq que vc apago aquela história legal que me lembrava anastacia mesmo??
    continua postaando! *-*

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